Sempre me peguei pensando no porque, depois de tanto, você nunca me amou.
Talvez tenha sido esse meu jeito invasivo, essa minha vontade de te ter que me subia a cabeça, o jeito estranho que eu tinha no olhar.
Revivi as palavras trocadas, aquelas conversas que se perderam no tempo, tanto ou mais quanto nos perdemos nesse mundo. Não há mais você e eu, há você...e eu.
Senti novamente tudo que você me fez sentir naqueles dias que eu tanto precisava de alguém do meu lado: aquele calafrio que me petrificava toda vez que te via ou quando tocava teu nome falando, lendo ou pensando.
Existia sempre uma tensão, algo indefinido, ficava sempre entrelinhas o que tinhamos a dizer um para o outro mas, se era assim, se me parecia tão real, aonde sumimos?
Sempre me peguei pensando no porque, depois de tanto, você nunca me amou.
Talvez tenha sido essa minha alma tão sonhadora, que tivesse ido tão alto ao ponto de se iludir e não te deixar nem ao menos me alcançar.
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Assinar:
Postar comentários (Atom)
lindo.
ResponderExcluirSempre a tempo para descer da nuvem e tocar aquele que carece de toque....
ResponderExcluirsempre é tempo de ir ao encontro
Deixo aqui a resposta de seu comentario em meu blog:
ResponderExcluirGiovanna!
Primeiramente assumo aqui o que em seu comentario colocou entre aspas.... sou sim um leitor declarado e assumido de seu blog, tu nao sabe o quanto ele me faz bem....
Sobre meus textos, bem, para alguns eles sao um montoado de palavras, as vezes soltas, muitas outras vezes sem sentido e um batalhao de outras vezes com graves erros de portugues...
Para pessoas como voce, nas palavras soltas encontras o elo perdido, na falta de sentido encontrars a direção e nos erros de portugues encontra a possibilidade da correção....
Tu sempre seras bens vinda!